Abril de 2017
Começou numa garagem
A Comunidade Árvore da Vida nasceu em Abril de 2017. Diante da revelação da Nova Aliança e de tudo que a obra consumada da Cruz nos proporcionou, um grupo de pessoas apaixonadas por Jesus e pelo Seu Reino, ligadas em amor, começou a se reunir em uma garagem para adorar e buscar direções de como manifestar esse Reino através de um Evangelho simples mas cheio de Poder, dando testemunho de Cristo. Esse grupo foi crescendo e debaixo de Uma Palavra da parte de Deus nasceu a Comunidade Árvore da Vida, uma Igreja bíblica, dinâmica e orgânica!
Nosso orgulho não é ser da Comunidade Árvore da Vida. Nosso maior orgulho é ser Igreja de Jesus Cristo, o Senhor!
Seguimos na direção mais importante, que é cumprir a Grande Comissão (Mateus 28.19-20) e viver o Grande Mandamento (Marcos 12.30-31) de nosso Senhor Jesus Cristo até a Sua volta. Assim sabemos que todas as demais questões são apenas meios e, por isso, periodicamente, passamos por processos de ajustes e reajustes, conduzidos pelo Senhor. Contudo, seguimos prioritariamente cumprindo o chamado e obedecendo ao Espírito e à Palavra de Deus, sabendo que Jesus nunca disse que seria fácil, mas Ele disse "… eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mateus 28.20).
O que nos move
Missão, visão e valores
Desejamos revelar o amor do Pai através do evangelho de Jesus, formando discípulos que manifestem este amor através de milagres, sinais e maravilhas, operando nos dons, vivendo uma vida de compaixão e poder, em unidade com o Corpo, envolvendo-se na grande comissão, partindo do princípio de amar a Deus e as pessoas.
Visão
- Amar a Deus
- Pregar a Cristo
- Servir a todos
- Andar em unidade
- Manifestar o Reino
Valores
- Autoridade da Palavra de Deus
- Disciplina espiritual
- Obra consumada da cruz
- Intimidade com o Espírito Santo
- Bondade imutável de Deus
- Identidade
- Manifestação do sobrenatural
- Cultura do Reino
- Honra
- Discipulado
- Famílias fortes
- Coração ensinável
- Generosidade
- Adoração
Ouça de onde estiver
Mensagens
As pregações dos nossos cultos ficam disponíveis no canal da comunidade. Se você ainda não veio, é uma boa forma de conhecer antes de visitar.
Ver as mensagens no YouTubeNossa família
Cuidado
Somos uma família vibrante de crentes cheios de esperança que experimentam profundamente o amor e a presença de Deus e fazem parceria com Jesus para expressar a alegria e o poder de Seu reino em todas as áreas da vida.
Conectar
Grupos de Conexão
Ser igreja é muito mais do que um Culto no fim de semana. É sobre conectar-se com outras pessoas, crescer em sua fé e construir uma base sólida para você e sua família. Pensando nisso, nossa igreja possui os Grupos de Conexão (GCs). Por meio da estrutura dos Grupos as pessoas podem ser acompanhadas e discipuladas de perto; lá nós conseguimos promover o discipulado pessoal por meio do crescimento mútuo entre líder e liderado, trazendo e criando a conexão entre pessoas. Os grupos existem para as pessoas serem cuidadas, mas além disso, para serem preparadas, viverem milagres em suas vidas pessoais, serem treinadas e preparadas para servir.
Crescer
Pensamos em outras formas de colaborar com o crescimento dos membros além do discipulado, que é essencial; eles podem crescer em conhecimento e serem transformados através de aulas, workshops, retiros e treinamentos ao longo do ano. Não importa em que estágio da vida você está, queremos que você esteja em comunhão com pessoas que o encorajam, ajudam você a crescer!
Servir
A igreja não espera cuidar de tudo para fazer algo, mas ela cuida fazendo e faz cuidando. As pessoas que são cuidadas e desenvolvidas nos GCs e que, por serem cuidadas, podem exercer seus dons e talentos de forma específica, são encorajadas a servir como cooperadoras em algum dos nossos departamentos. Acreditamos que uma parte valiosa de ser uma comunidade saudável e florescente é estar sendo ativamente envolvido e adicionando força!
Quem conduz
Liderança
Cremos na liderança plural da Igreja, através dos Presbíteros, exemplificada no Novo Testamento.
Nosso alicerce
Como Cremos
Somos uma Comunidade evangélica fundamentada nas Sagradas Escrituras. Esse é um resumo de nossas convicções básicas – devendo ser conhecida e abraçada por todos os nossos membros:
A Bíblia
CREMOS na inspiração divina da Bíblia Sagrada (2Tm 3.16-17), que se deu por meio da ação do Espírito Santo, usando homens escolhidos (2Pe 1.21), cujo conteúdo é inalterável (Dt 4.2; Ap 22.18,19) e não atualizável (Mt 24.35), para por meio dela nos conduzir à vida eterna (Jo 5.39). A mesma é nossa única regra de fé e prática, que devemos obedecer (Dt 27.10) e jamais podemos ultrapassar (1Co 4.6; Is 8.20). Sua interpretação depende da concordância e soma de suas declarações (Mt 4.5-7; At 15.15).
Deus
CREMOS em um único Deus (Ef 4.6), eterno (Gn 21.33), revelado em três Pessoas distintas que são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mt 28.19; 2Co 13.13); Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra (Ap 4.11), visíveis e invisíveis (Hb 11.3), e, em especial, a coroa da Sua criação: os seres humanos (Sl 8.3-8), por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Gn 2.7; Hb 11.3; Ap 4.11).
Jesus Cristo
CREMOS no Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus (Hb 4.14), plenamente Deus (Fp 2.5-8; Cl 2.9), plenamente Homem (1Tm 2.5), em sua concepção sobrenatural e nascimento virginal (Mt 1.20-25), em sua morte substitutiva e expiatória (Rm 4.24,25), em sua ressurreição corporal dentre os mortos (Lc 24.36-43; At 3.15) e em sua ascensão aos céus (Lc 24.50,51) de onde há de retornar (At 1.10,11) para consumar sua obra redentora (Fp 3.20,21).
Espírito Santo
CREMOS no Espírito Santo, junto com o Pai e o Filho, que convence os homens do pecado (Jo 16.11), que regenera o pecador conduzindo à experiência do novo nascimento (Jo 3.5; Tt 3.5); habita no corpo dos justificados (1Co 3.16), é chamado de "o selo da promessa" e "a garantia de nossa herança" (Ef 1.13,14) e guia os filhos de Deus (Jo 16.13; Rm 8.14; 1Jo 2.20,27).
A queda do ser humano
CREMOS na queda do ser humano, que se deu por meio de Adão e afetou toda a raça humana (Rm 5.12), destituindo-o da glória de Deus com a qual foi criado (Rm 3.23) e que somente o arrependimento (Lc 24.47) seguido da fé (Ef 2.8) na obra redentora de Jesus Cristo pode salvá-lo da ira divina (Rm 5.9) e condenação ao inferno (Mt 23.33) e torná-lo herdeiro da vida eterna (Tt 3.4-7).
Regeneração
CREMOS na necessidade da regeneração que se dá pela Palavra de Deus (1Pe 1.23) e obra do Espírito Santo (Tt 3.5), a qual Jesus denominou como novo nascimento (Jo 3.5), obra da graça divina recebida através da fé em Jesus Cristo (Ef 2.8,9). Tal experiência engloba o perdão dos pecados, a justificação e o início de um processo de santificação (1Co 6.11) que deve ser aperfeiçoado ao longo da caminhada cristã (2Co 7.1).
Salvação e livre-arbítrio
CREMOS que a salvação é disponibilizada a todos (Mt 11.28; 1Tm 2.4; 2Pe 3.9) e que o homem é responsável por suas escolhas e decisões (Js 24.15), exercendo livre-arbítrio, e podendo tanto atender ao chamado divino (1Co 7.17) que se dá por meio da sua Palavra que inspira a fé (Rm 10.17), como também resistir à ação divina (At 7.53; Hb 3.7,8) e rejeitar a oferta redentora (Mt 23.37; Jo 5.40; At 13.46).
Batismo em águas
CREMOS no batismo ordenado por Jesus (Mt 28.19; Mc 16.16) realizado por imersão em águas (At 8.35-39), que expressa publicamente nossa fé (que se identifica, apropria e confessa) na substituição realizada por Cristo em sua morte, sepultamento, ressurreição (Rm 6.3-5) e posição à direita de Deus (Ef 2.6), sendo o selo da fé na nova aliança assim como a circuncisão o foi na antiga aliança (Cl 2.11,12; Rm 4.11).
Batismo no Espírito Santo
CREMOS no batismo no Espírito Santo, efetuado por Jesus Cristo (Lc 3.15,16).
Dons do Espírito
CREMOS nos dons do Espírito Santo, que são distribuídos conforme a Sua vontade (1Co 12.11) para edificação da Igreja (1Co 14.5) e que todo o cristão deve procurá-los com zelo (1Co 12.31).
A família
CREMOS na família, como instituição divina, iniciada pelo casamento entre homem e mulher (Mt 19.4-6) e ampliada pela reprodução dos filhos, sendo que o casamento deve ser digno de honra (Hb 13.4), monogâmico (1Tm 3.2), havendo fidelidade entre os cônjuges e exclusividade no ato conjugal (Mt 5.27,28; 1Co 7.1-5). O novo casamento é permitido, caso seja dissolvido mediante a morte de um dos cônjuges (Rm 7.2; 1Co 7.39) ou em caso de adultério da outra parte (Mt 5.31,32; Mt 19.7-9) – embora em tais circunstâncias acreditemos que primeiro se ofereça perdão e se lute pela reconciliação e restauração. Considerando os parâmetros bíblicos da definição de família, interpretamos como pecado tudo o que, além de desobediência às instruções bíblicas (1Jo 3.4), colide com a revelação do plano divino para a família e a vida conjugal determinada pelo Criador, como as práticas sexuais da fornicação (sexo antes do casamento) e adultério (relação com quem não seja o cônjuge), pois desonram o matrimônio (Hb 13.4); a homossexualidade (Rm 1.26,27; Lv 18.22; 1Co 6.9), a bestialidade (relação com animais – Lv 18.23).
Papéis do homem e da mulher
Os papéis do homem e da mulher são bem definidos em nosso credo e sua importância vai além da questão reprodutiva; o governo do lar é atribuído ao homem, denominado de cabeça (Ef 5.23; 1Co 11.3) e a quem a esposa deve submissão (Ef 5.22-24; 1Pe 3.1), e esse valor se estende ao governo da igreja – onde as esposas não podem exercer autoridade sobre seus maridos (1Tm 2.12), embora possam servir juntamente com eles (1Co 9.5), inclusive no pastorado. A liderança do homem, em contrapartida, deve ser amorosa, sacrificial e servidora (1Pe 3.7; Cl 3.19), tanto em casa quanto na Igreja (1Pe 5.1-3). Tais distinções visam a funcionalidade prática da estrutura familiar e da igreja sem diminuir a importância, enquanto pessoa, das mulheres – da mesma forma que a submissão que os filhos devem aos seus pais (Ef 6.1-3) não lhes diminui valor e nem significa direito dos pais a abuso comportamental no exercício da sua autoridade (Ef 6.4).
Autonomia da igreja local
CREMOS na autonomia da igreja local. Ele é a cabeça do corpo formado pelo seu povo – isto é, sua igreja (Cl 1.18). Cremos na Igreja, que é o corpo de Cristo (Ef 1.22,23) e por Ele edificada (Mt 16.18), a universal assembleia dos justos aperfeiçoados (Hb 12.22,23), coluna e fundamento da verdade (1Tm 3.15). Além do aspecto espiritual, essa Igreja também é expressa fisicamente pela congregação dos fiéis (Hb 10.25) em diferentes localidades (Ap 1.11), tendo suas reuniões públicas e nas casas (At 20.20), sem nenhum dia semanal distinto dos demais (Rm 14.5; Cl 2.16,17).
Reuniões e ceia
Tais ajuntamentos visam a pregação do evangelho (At 5.42), adoração e edificação mútua (1Co 14.26) e celebração da ceia memorial da nova aliança instituída pelo Senhor Jesus – com uso do pão e do fruto da vide (Mt 26.26-29; 1Co 11.23-26). A expressão da fé de seus membros é vista, principalmente, pela obediência das Escrituras (Rm 16.26) e aos mandamentos de Jesus (Mt 28.19; Lc 6.46; Jo 14.21). O posicionamento em prol da verdade (Pv 23.23) e da justiça (Mt 5.6).
Caridade
A prática da caridade e assistência aos necessitados, que começa por seus membros, também deve se estender a todos, incluindo os de fora da comunidade cristã (Gl 6.10). Nosso credo é uma expressão de obediência que inclui a questão comportamental dos que abraçam a mesma fé e, juntos, almejam andar nela. Não obriga os de fora às mesmas crenças e práticas e nem lhes diminui o valor enquanto pessoas; apenas determina a permanência ou não em nossa comunidade de fé.
Disciplina
CREMOS na prática da disciplina daqueles que compõem a igreja e pecaram, iniciando pela correção pessoal, estendendo-se à exortação com testemunhas, ao confronto público e podendo terminar com a exclusão (Mt 18.15-17; 1Co 5.2,13). Essa última medida se refere a quem se denomina irmão sem que seu comportamento sustente isso (1Co 5.9-13) e visa poupar a congregação de prejuízos espirituais (1Co 12.26) – embora não signifique proibição à assistência aos cultos, envolve deixar de se relacionar (Tt 3.10,11) e afastar de responsabilidades. O propósito da disciplina não é tratar como inimigo (2Ts 3.14,15) mas tentar promover a restauração (2Tm 2.24,25).
Sacerdócio de cada crente
CREMOS no sacerdócio e ministério de cada crente (Ap 1.6) bem como na responsabilidade de cada membro do Corpo na edificação da obra de Deus (1Co 12.12-27).
Generosidade
CREMOS na lei da semeadura e colheita e na generosidade como expressão de quem nós somos em Cristo. Na Nova Aliança, a compreensão da entrega e da contribuição transcende o simples cumprimento de uma regra sobre o pagamento de 10% de dízimos (Mt 5.20). Essa perspectiva vai além de cumprir uma obrigação moral ou legal, pois se baseia na totalidade do princípio do amor e da gratidão a Deus. Ofertas jamais devem ser entregues como uma forma de "barganha" com Deus, ou para ser abençoado. Devemos ofertar motivados pelo amor e com uma atitude de fé e obediência, com alegria e gratidão (2Co 9.6-7). A Nova Aliança enfatiza que a motivação para dar deve ser o amor ao próximo e a Deus, e não o medo de retaliação ou a ameaça de uma maldição. É um chamado para viver em liberdade e em resposta ao sacrifício supremo de Jesus, que nos redimiu e nos libertou de toda maldição.
Ressurreição dos mortos
CREMOS na ressurreição dos mortos (Mt 22.23-32) como rudimento da doutrina de Cristo (Hb 6.1,2), sendo que haverá distinção de destino dos ressuscitados para a vida eterna e para juízo eterno (Dn 12.2; Jo 5.29).
Juízo vindouro
CREMOS no juízo vindouro (Hb 9.27) como rudimento da doutrina de Cristo (Hb 6.1,2), que se dará a partir do regresso de Cristo (Ap 22.12), sendo que haverá julgamento das obras dos santos (2Co 5.10) sem questionar o mérito da salvação (1Co 3.15) e também dos ímpios (Ap 20.12-15), não mais havendo oportunidade de salvação (Mt 25.46) e dando, então, início ao estado eterno onde nada mais será mudado (Ap 21.1-4).
Semeadura e colheita
Generosidade
A Nova Aliança enfatiza que a motivação para dar deve ser o amor ao próximo e a Deus, e não o medo de retaliação ou a ameaça de uma maldição. É um chamado para viver em liberdade e em resposta ao sacrifício supremo de Jesus, que nos redimiu e nos libertou de toda maldição.
Primeira vez aqui?
O que esperar
Você não precisa se preparar para nada. Chegue, sente onde quiser, e fique à vontade — ninguém vai pedir que você se levante ou fale.
01
Chegue às 18h
O culto de domingo começa às 18h, na Av. das Emas, 2240W. Chegar alguns minutos antes ajuda a encontrar lugar com calma.
02
Venha como você está
Não há código de vestimenta nem lugar marcado. Venha do jeito que estiver, sozinho ou com a família.
03
Fique para conversar
Depois do culto as pessoas ficam um pouco. É a melhor hora para conhecer alguém e tirar suas dúvidas sem pressa.
E você
Venha nos visitar
Essas crenças são a base do nosso alicerce. São a sustentação de quem somos. Mesmo que não sejam sempre vistas, elas permitem que toda a estrutura esteja sempre segura, forte e firme.

